Resenha: Eu Pego Esse Homem

quarta-feira, janeiro 21, 2015


Título: Eu Pego Esse Homem
Autora: Valerie Frankel
Editora: Planeta / Selo Essência

Sinopse: Apesar da leveza bem-humorada dos diálogos, Eu Pego Esse Homem está longe de se restringir a um "feminismo de butique". O livro tem passagens dignas do Clube da Luluzinha, com cenas hilariantes da luta entre sexos. Mas, por trás da atmosfera de "mulheres à beira de um ataque de nervos". Este livro, de Valerie Frankel, é uma história hilariante, que combina suspense, vingança e muitas revelações. E, por tudo isso, é uma grande história de amor. 

Minhas impressões: Eu Pego Esse Homem foi um livro que me pegou de jeito! No início, confesso que não dava nada por ele, todavia a capa me chamou muuuito a atenção. Já faz tempo que eu não lia um bom chick lit e resolvi unir o útil ao agradável e foi a melhor coisa que eu poderia ter feito. De maneira leve, dinâmica e engraçada, a autora nos leva para um cenário pra lá de louco!  Imagina que no dia do seu casamento, Penny recebe um bilhete do noivo desistindo de tudo. A coitada foi largada no dia mais especial da sua vida! A mãe dela, uma coroa ricaça que investiu mais de 150 mil no casamento e no vestida da filha à la Cinderela, não tem um pingo de juízo na cabeça e resolveu tomar suas próprias providências. Tive pena do noivo, coitado! O que mais me surpreendeu na história foram os diálogos - divertidíssimos - e a dosagem de suspense na medida certa. Fiquei me perguntando porque o noivo desistiu de casar com Penny e otras cositas más que não vou contar senão é spoiler. Ah, e havia muito mistério no passado dos personagens. Valerie Frankel me fez dar boas risadas e aguçou minha curiosidade para ler suas outras obras. Quando o livro acabou, pensei: Quanta ironia no destino...! Só tem gente louca nessa história! 


"Já que o casamento tinha sido cancelado, decidi fazer um strip-tease para os convidados. Afinal, teve gente que veio até don Canadá. Eles mereciam um show."



“Então temos a noite toda para tratar dele” disse Esther esfregando as mãos. 
“Tortura?” Natasha perguntou, com as sobrancelhas arqueadas. 
“Não sei por onde começar”, Esther respondeu com pesar. 
“Na Rússia, a KGB torturou muita gente da minha família e alguns amigos. Choque elétrico, fome, extração de fio por fio de cabelos ate ficar careca...” 
“Na américa a gente paga por essas coisa”, Esther objetou.


Outras capas pelo mundo:


Minha avaliação: 


Eu recomendo!
E você, já leu? Quer ler? Conta pra mim! ;)

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1 comentários

  1. muito bom seu post, recomendarei a todos os meus amigos abraço. linuxbugone.blogspot.com.br

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